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MEMORIA TERRESTRE documenta uma performance ao vivo, registrada em um espaço expositivo, em que as texturas distorcidas do metal cedem lugar a um encontro mais lento e ritualizado com instrumentos de corda e ressonâncias sustentadas. Executada com contrabaixo, violoncelo, violinos e processamento sonoro ao vivo, a obra se desdobra como um lamento duracional, moldado pelo atrito, pela respiração e pela fisicalidade do som. Em vez de privilegiar a composição, a performance opera como um rito sonoro, no qual a escuta se afina à tensão, à decomposição e às continuidades frágeis.

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